terça-feira, 24 de novembro de 2009

REVISITANDO ARAÇATUBA: Renato Janine Ribeiro


No dia 4 de dezembro, sexta-feira, 20h, o araçatubense Renato Janine Ribeiro estará em Araçatuba para, pela primeira, ministrar uma palestra em sua terra natal, na sessão solene da Academia Araçatubense de Letras, na Câmara Municipal. A vinda dele faz parte do projeto da Secretaria Municipal da Cultura "Revisitando Araçatuba", que traz os filhos ilustres da cidade para uma visita. Ele possui parentes em Araçatuba e seu pai foi proprietário da antiga Farmácia Raia.
  
Renato Janine Ribeiro é professor titular de Ética e Filosofia Política na Universidade de São Paulo, na qual se doutorou após defender mestrado na Sorbonne. Tem se dedicado à análise de temas como o caráter teatral da representação política, a idéia de revolução, a democracia, a república, a cultura política brasileira. Entre suas obras destacam-se "A sociedade contra o social: o alto custo da vida pública no Brasil" (2000, Prêmio Jabuti de 2001) e "A universidade e a vida atual - Fellini não via filmes" (2003). Leia mais sobre Renato Janine

Conheça mais o filósofo acessando: www.renatojanine.pro.br


SERVIÇO
Palestra sobre "Livros de autoajuda: barateamento da filosofia?"
Dia  4/12 -sexta-feira - 20h 
Local: Câmara Municipal de Araçatuba
Entrada franca
Aniversário de Araçatuba - 101 anos

Em 2007, quando houve o assassinato do menino João Hélio, ele escreveu um artigo na Folha de São Paulo que gerou polêmica. Reproduzimos seu artigo aqui:

Razão e Sensibilidade
Renato Janine Ribeiro


Escrever sobre o horror em estado puro: assim vivi o convite para participar deste número do Mais!. É insuportável pensar no crime cometido contra o menino João Hélio. E é nisso que mais penso, nestes dias. Não me saem da cabeça duas ou três coisas. A primeira é o sofrimento da criança. Se há Deus, e acredito que haja, embora não necessariamente antropomorfo, como admite Ele esse mal extremo, gratuito, crudelíssimo?


Se a alma ou o espírito tem um destino após a morte, chame-se esse de juízo eterno ou de uma série de reencarnações, como poderá esse infeliz menino ser recompensado pela vida que lhe foi ceifada, não apenas tão cedo, mas, além disso, de modo tão bárbaro?


Essas são questões religiosas, ou melhor, de fé. E quanto aos assassinos? A outra coisa que não me sai da cabeça é como devem ser punidos. Esse assunto me faz rever posições que sempre defendi sobre (na verdade, contra) a pena de morte.


(…) Se não defendo a pena de morte contra os assassinos, é apenas porque acho que é pouco. Não paro de pensar que deveriam ter uma morte hedionda, como a que infligiram ao pobre menino. Imagino suplícios medievais, aqueles cuja arte consistia em prolongar ao máximo o sofrimento, em retardar a morte. Todo o discurso que conheço, e que em larga medida sustento, sobre o Estado não dever se igualar ao criminoso, não dever matar pessoas, não dever impor sentenças cruéis nem tortura -tudo isso entra em xeque, para mim, diante do dado bruto que é o assassinato impiedoso.


Torço para que, na cadeia, os assassinos recebam sua paga; torço para que a recebam de modo demorado e sofrido. (…)


Quem é humano?


Penso -porque ainda consigo pensar, em meio a esse turbilhão de sentimentos- também que há diferentes modos de impor a pena máxima. A punição com a morte se justifica ora pela gravidade do crime cometido, ora pela descrença de que o criminoso se possa recuperar. No caso, as duas razões comparecem. Parecem irrecuperáveis, e seu crime é hediondo. Não vejo diferença entre eles e os nazistas.


(…) Se as pessoas merecem morrer, e se é péssimo o Estado se igualar a quem tira a vida de outro, por outro lado é uma tremenda hipocrisia deixar à livre iniciativa dos presos ou aos justiceiros de esquina a tarefa de matar quem não merece viver. Abrimos mão da responsabilidade, que pode ter uma sociedade, de decidir -no caso, quem deve viver e quem merece morrer. Tudo isso traz questões adicionais. É-se humano somente por se nascer com certas características? Ou a humanidade se constrói, se conquista -e também se perde? Alguém tem direito, só por ser bípede implume, de fazer o que quiser sem perder direitos? A todos assiste o direito da mais ampla defesa.


Mas, garantida esta, posso fazer o que quiser sem correr o risco da pena última? Isto, que relato, põe em questão meu próprio papel como intelectual. Intelectual não é apenas quem tem uma certa cultura a mais do que alguns outros. É quem assina idéias, quem responde por elas. (…)


O intelectual é público. Só que, para ele cumprir seu papel público, é preciso acreditar no que diz. Ora, quantas vezes o intelectual afirma aquilo em que não acredita? Quantos não foram os marxistas que se calaram sobre os campos de concentração, que eles sabiam existir? Por isso, o mínimo que devo fazer, se sou instado a opinar, é dizer o que realmente penso (ou, então, calar-me).


(…) Mas há algo que é muito importante no exercício do pensamento: é que atribuamos aos sentimentos que se apoderam de nós o seu devido peso e papel. Não posso pensar em dissonância completa com o que sinto. (…) Que crimes o amor desprezado não causaria, não fosse ele contido pela razão? Mas isso vale quando a dissonância, insisto, não é completa. Se o que sinto e o que digo discordam em demasia, será preciso aproximá-los. Será preciso criticar os sentimentos pela razão -e a razão pelos sentimentos, que no fundo são o que sustenta os valores. Valores não são provados racionalmente, são gerados de outra forma. Afinal de contas, o que vivemos no assassínio bárbaro de João Hélio, como meses atrás quando queimaram viva uma criança num carro, não é diferente do nazismo.


Dizem uns que o Brasil está como o Iraque. Parece, pior que isso, que temos algumas mini-auschwitzes espalhadas pelo território nacional.


RENATO JANINE RIBEIRO é professor de Ética e Filosofia Política na USP e autor de, entre outros, “A Ética na Política” (ed. Lazuli).

Evento cultural muda rotina no Etheocle


O Culturaça, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, inspirou a realização de evento cultural no Bairro Etheocle Turrini, na tarde-noite deste domingo (22). O prefeito Cido Sério, o secretário de Cultura Hélio Consolaro e o vereador Cido Saraiva participaram da promoção que reuniu arte marcial, bazar da pechincha, venda de bolos caseiros, doces e música variada. Dentre as atrações, Academia Luo Han de Kung Fu, Fanfarra Municipal de Araçatuba (Fama), Grupo Seleção do Samba, dupla Bueno e Sertanejo, banda Vem que Tem (pagode).


Banda "Seleção do Samba" no palco
O prefeito destacou a importância de descentralizar a cultura. “Esta é uma oportunidade bacana para que todos ampliem o saber e o universo cultural. Especialmente para as crianças. E aqui, na Zona Norte, em breve haverá mais um espaço cultural descentralizado, para que crianças aprendam balé”. A sala está sendo estruturada no Cemfica do Jardim TV, próximo à praça.

Prefeito Cido Sério
O evento cultural foi uma realização conjunta da Associação de Moradores do Bairro Etheocle Turrini e da Secretaria de Cultura. O presidente Francisco Trevelin mostrou as instalações da Associação ao prefeito, solicitou melhorias e colocou o espaço à disposição da Prefeitura. Cido Sério estudará com a secretária da Ação Social, Cidinha Lacerda, e com o secretário da Saúde, Osmar Cuoghi, possibilidades de ampliação dos serviços públicos aos moradores.
(Sirlei Nogueira)

domingo, 22 de novembro de 2009

Amanhã tem início o programa "Bordando o Brasil" na casa da cultura "Adelino Brandão"

O programa “Bordando o Brasil”, que conta com o investimento social da Fundação Banco do Brasil, desenvolve oficinas com bordadeiras de diversas cidades espalhadas pelo país, formando novos artesãos preservando e estimulando a popular arte do bordar.


O projeto que utiliza o bordado para promover atividades de inclusão social que geram trabalho e renda em comunidades. O curso terá início amanhã, segunda-feira (23) das 8h30 às 12h e das 13h30 às 17h30 na Casa da Cultura “Adelino Brandão”.

O curso é gratuito e as vagas oferecidas são 30 , devendo os interessados prestar atenção à carga horária, que é integral e não meio período. O material necessário – que o aluno deverá trazer- para o curso de período integral será apenas uma tesoura.




Serviço: Oficinas de Bordados
Dias: 23,24,25,26,27,30 (novembro) e 1.º de dezembro
Horário: 8h30 às 12h e das 13h30 ás 17h30 (período integral)
Inscrições: Casa da Cultura “Adelino Brandão”. Interessados deverão comparecer pessoalmente para efetuar inscrição.
Endereço: Rua Anita Garibaldi, 75 – Centro / Fone: (18) 3636-1270
Vagas limitadas: 30
Idade mínima: 18 anos.
Material necessário: 01 tesoura.



Programação da Semana do Aniversário da Cidade

Clique aqui:
http://aracatuba101anos.blogspot.com/

sábado, 21 de novembro de 2009

Músicos animam noite cultural no Dia da Consciência Negra

A sede da Associação Afro-Brasileira de Araçatuba não estava lotada, mas quem estava lá na noite do dia 20 de novembro se nutria da luta pela quebra das correntes do preconceito, liberdade e oportunidade para todos.
A noite cultural foi antecedida no mesmo dia, pela manhã, por celebração de missa pelo padre Orlando Mafei e seguida de um coquetel, quando esteve presente o prefeito Cido Sério.
Também no dia 19, na véspera, houve discussão sobre a pauta de reivindicação da comunidade negra no Brasil, havendo palestra do advogado Elson Wanderley Cruz.
Na porta de vidro da sede da ACABA, havia um cartaz que anunciava o Brasil Negro.  




Mário Carteado, Zé Renato e Nel Resende animaram a noite.


Querô não deixou por menos, foi ajudar 


Professor Alvino Barbosa, atual presidente da ACABA, 
e o veterinário Adilson de Aguiar Morgado, fundadores da entidade


O casal Alvino e Letícia Barbosa,
secretário da Cultura (Hélio Consolaro) e
Therezinha Gabriel dos Santos,
representante da ACABA
no Conselho Municipal de Políticas Culturais 

Entre uma música e outra, Zé Renato e esposa (Ana)
saboreavam um aperitivo com cerveja



André Luís Pereira (tesoureiro da ACABA) com Andrei, seu filho,
 e seu pai, Joaquim Januário Pereira (conselhneiro) - filho, neto e avô.
 Família acompanhada pelo diretor jurídico, Elson Wanderley Cruz 

O mestre Tarzan (capoeirista), jornalista Eloísa Morales e sua amiga, Carmem Peverari



O psicólogo Wandir Zafalon
e sua esposa (Sônia) também prestigiaram o evento

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

* III Jornada Brasil-Espanha - Encontro reunirá profissionais de museus, de 30 de novembro a 2 de dezembro, no Rio de Janeiro

          Cerca de 200 profissionais das áreas de museus e afins vão participar da III Jornada Brasil-Espanha, que acontece entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro, no Rio de Janeiro. O tema desta edição será O Plano Museológico: instrumento de planejamento, com objetivo de refletir e trocar experiências sobre a metodologia de planejamento e atuações em museus por meio do Plano Museológico. A jornada também será uma oportunidade de estreitar relações entre técnicos e promover futuras ações conjuntas entre o Brasil e a Espanha.
          Além da participação da diretoria do Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura (Ibram/MinC), as oficinas e debates contam com a participação da diretora do Museu Histórico Nacional, Vera Tostes, da diretora do Museu da República, Magali Cabral, do Chefe do Serviço de Planejamento e Meios - Ministério de Cultura da Espanha, Isabel Izquierdo, do diretor do Museu das Peregrinações e de Santiago, Bieito Pérez Outeiriño, do diretor do Museu de Belas Artes de Sevilla, Álvarez Rojas, do presidente do Conselho Internacional de Museus (ICOM-Espanha) e diretor do Museu Nacional de Arqueologia Sub-aquática (ARQUA), Rafael Azuar , dentre outras autoridades.
          O evento é uma realização do Instituto Brasileiro de Museus - Ibram/Ministério da Cultura do Brasil e a Subdireção Geral de Museus Estatais - SGME/Ministério da Cultura da Espanha. A III Jornada Brasil-Espanha será no Hotel South American Copacabana, que fica na Rua Francisco Sá, nº 90, Copacabana. Informações: (61) 3414-6167.

*Fonte: http://www.cultura.gov.br/

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Prefeitura publica lei que muda data de evento




A Semana Tião Carreiro será realizada oficialmente no mês de outubro, na semana do dia 15, data de morte do músico homenageado. É o que diz a Lei Municipal 7.195, do dia 10 deste mês, sancionada pelo prefeito Cido Sério e publicada em edital pela Prefeitura de Araçatuba nesta quarta-feira (18). O texto dá nova redação a dois artigos da Lei Municipal 6.031, de 2001, de autoria do ex-vereador Sidney Cinti. A redação dizia que a semana deveria ocorrer no mês de março. No entanto, depois da data da publicação até 2007, foram promovidas quatro edições, todas em dezembro, na semana em que se comemorava a data de nascimento do “Rei da Viola”. Neste ano, o evento foi realizado em outubro.

A alteração na lei partiu do Executivo, que preferiu mudar a data porque no último mês do ano ocorrem diversas atividades, além da possibilidade de muitas pessoas se ausentarem do município. “Em dezembro, temos o aniversário da cidade, as festas de fim de ano e muitas pessoas tiram férias e vão viajar”, disse Carlos Nova, diretor de Turismo e Lazer da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

“Acreditamos que em outubro seja mais tranquilo. Já tivemos uma boa experiência neste ano, com o envolvimento de escolas e da comunidade”, disse. A Semana será realizada anualmente e constará no calendário de eventos das Secretarias de Cultura e de Desenvolvimento Econômico do município.

O evento em homenagem a Tião Carreiro foi instituído com o objetivo de lembrar a vida e obra do violeiro mais importante do Brasil, além de resgatar a cultura caipira em suas diversas manifestações. O músico, cujo nome de batismo era José Dias Nunes, foi criado em Araçatuba.
 
Ele teve seu primeiro contato com a viola na cidade e compôs músicas em que manifestou seu afeto pelo município, principalmente “Filho de Araçatuba”, composta em parceria com Moacyr dos Santos e Domingos. O violeiro nasceu em 13 de dezembro de 1934, em Montes Claros (MG) e faleceu em 15 de outubro de 1993, na cidade de São Paulo.
 
Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Araçatuba.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Contação de história com receitas afrodisíacas, na noite desta quinta-feira. Confira!

        “Arrependo-me dos pratos deliciosos rejeitados por vaidade, tanto como lamento as oportunidades de fazer amor que deixei passar para me dedicar a tarefas pendentes ou por virtude puritana”.*

*“Tudo sobre Afrodite”, de Isabel Allende.


        Foi citando essa frase, que uma das organizadoras do evento “Degustação de Histórias”, Kátia Nascimbeni reforçou o convite para o encontro que acontece na noite desta quinta-feira (19) véspera de feriado municipal.
         Durante o bate-papo com nosso blog, Kátia falou sobre a festa e convidados.
        “Estamos unindo pessoas de muitos valores, inclusive os convidados. Para este encontro, buscamos referências nos grandes centros, onde contos e receitas dão certo.
         Durante o encontro, que será na “A Fazenda Eventos”, á partir das 19h15, a arte, música, literatura e gastronomia estarão presentes. A leitura de Afrodite é um passeio deslumbrante por receitas, histórias, e dissertações que aliam gastronomia e sensualidade, onde os pratos, assim como o preparo dos mesmos, adquirem todo um contexto afrodisíaco. 
         Este é um convite para você curtir conosco uma obra agradabilíssima de Isabel Allende com contos e receitas afrodisíacas.
        “Procuramos apresentar um pouco da arte da nossa cidade e região, ouviremos histórias com o grupo "Deixa que eu conto" (Tânia Antunes, Márcio Kadá, Ed Barba), apreciando um bom vinho e degustando comidas afrodisíacas com a chefe de cozinha Carolina Uchôa e comentários da psicanalista Adriana Uchôa. Teremos ainda uma exposição da produção artística de Fernanda Russo, filha do saudoso Silvio Russo, artista renomado que viveu em Araçatuba.
       Será uma opção para a próxima quinta-feira, véspera do feriado. Propomos, com Afrodite, mais que Degustação de histórias, encontro com pessoas, ambiente natural e uma conversa agradável”, revela Nascimbeni.
        Em Afrodite, Isabel Allende presenteia-nos com receitas que primam em sua excelência pela leveza e pelo equilíbrio entre aromas, sabores e texturas, como prefácio incisivo e determinante de um ritual de sedução. Mas mais do que isso, ou numa sintonia paralela, a autora nos conta histórias, nos mostra poemas, faz citações, compilando tudo num relato poético e bem-humorado, que nos contagia e nos desperta para a consciência da capacidade que possuímos em exacerbar toda a sensualidade que nos é latente, bastando para isso que, em nome do amor, saibamos recorrer às ferramentas que a conduzem.
Isabel Allende

OBS: "Isabel, renomada romancista, tida como uma das mais importantes na literatura contemporânea da América Latina, sobrinha do ex-presidente chileno, Salvador Allende, foi obrigada a exilar-se na Venezuela em decorrência do golpe militar, e assim, a abandonar a carreira de jornalista, tornando-se a autora de livros maravilhosos que, mais do que narrar com extrema maestria a história da realidade social chilena, onde sublinha enfaticamente a mágica capacidade da mulher em assumir o poder, sem contudo o evidenciar, fez história literária, iniciada em sua trilogia com o famoso 'Casa dos Espíritos'."
        
Além de pratos deliciosos vinhos importados também estão no cardápio. De acordo com Kátia, pessoas da região já confirmaram presença para esse delicioso e inovador encontro.

Serviço: “Degustação de Histórias”
Dia: 19/11/2009 (quinta-feira)
Horário: 19h15 às 21h30
Local: A Fazenda Eventos
O mapa do local você pode encontrar clicando aqui. 
Convite individual: R$ 80,00
Ponto de venda: Nobel – Araçatuba Shopping
Informações e convites: (18) 8121-0071 / 9147-0258 / 9103-4132




        Abaixo, apenas com o objetivo de incentivar sua ida à “Degustação de Histórias”, uma receita “afrodisíaca”.


Ceviche (Receita extraída do livro Afrodite)


Ingreditentes:
½ kg de corvina (ou outro peixe de carne branca e firme)
250 gramas de camarões sem casca e limpos
2 cebolas médias cortadas em fatias bem finas
1 xícara de chá de suco de limão
¼ xícara de chá de laranja azeda (opcional)
1 pimentão verde picante cortado em rodelas finas e sem sementes
1 batata-doce cortada em 6 rodelas

Modo de preparo:
      Corte o peixe em cubos, eliminando a pele e os nervos. Lave os camarões em água salgada e seque-os. Se forem grandes, parta-os em pedaços.
      Em um recipiente de louça ou vidro, coloque em camadas o peixe, os camarões, as cebolas e o pimentão picante. Cubra com o suco de limão e laranja e com um pouco de sal. Tampe e coloque na geladeira.
      Molhe seguidamente o peixe com o limão para se impregnar com o suco, pelo menos por seis horas. Sirva sobre folhas de alface e acompanhe com as rodelas de batata-doce.
      O sabor picante e azedo do ceviche combina muito bem com a textura e o sabor adocicado da batata-doce.